sábado, maio 19, 2007

Voltando aos primórdios...

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....aí está a primeira biografia científica (do historiador José Mattoso) do nosso mais querido antepassado, sim...porque sem ele seríamos apenas mais uma provinciazinha espanhola. D. Afonso Henriques era um soldado astuto, um político inteligente, um aventureiro insubmisso, um homem ambicioso e persistente. Nós, Portugueses temos a obrigação de ter herdado todas estas características sob pena de não sermos dignos de ser chamados Portugueses. Lisboa foi conquistada aos Mouros em 1147 (25 de Outubro) e tornou-se capital em 1255. Srs Políticos, queiram fazer o obséquio de a tratar com a deferência que ela merece.

sexta-feira, maio 18, 2007

Surpreendente!


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Laurinda Alves descobriu um novo heterónimo (Brasileiro) de Fernando Pessoa…Zé Dolores..e tal como fez para os outros heterónimos, FP também, para este, escreveu uma pequena biografia. Zé Dolores nasceu no Porto em 1903 e depois de uma vida a tender para o trágico, acabou por morrer em 1928 numa prisão do Rio de Janeiro. Atribui-lhe os seguintes poemas, dos quais transcrevo alguns versos:

“Tudo começou, a um tempo atrás
Na ilha do sol….”

“Oh Mila, mil e uma noites de amor com você
Na praia, no barco, no farol apagado…”

“Há tanto tempo que eu te quero a meu lado
Nossos caminhos não haviam ser cruzados…”

“É o bicho, é o bicho
Vou te devorar…”


Pois é! Quem diria!!!! :)))

71 anos após a sua morte, Fernando Pessoa ainda consegue surpreender-nos :)

terça-feira, maio 15, 2007

Porque...

“Mais importantes que os 'monumentos', são as pessoas” Júlio Machado Vaz

Era o verão
O seu desassossego.

Era o desejo
O desejo rompendo a sombra
Sem caminho.
Ironia.

Era o ardor
O mais diáfano irmão
Da melancolia.

Era o amor
O espanto do amor
Desarmado
Sem abrigo.

Era o deserto
O deserto à porta.
Frio.

Eugénio de Andrade

sexta-feira, maio 11, 2007

Ora até que enfim…se começa a ver luz ao fundo do túnel

Sem mais delongas, o que a Câmara de Lisboa precisa é de um presidente “de pulso” que desfaça os negócios obscuros e inverta a tendência para o despesismo e a ineficácia que, há anos, existem no seio dela. Não precisa de ter um conhecimento profundo sobre urbanismo e matérias afins mas de saber liderar a sua equipa e ter ideias claras sobre essa liderança.
Portanto, o PS ao avançar com o nome de António Costa (e se ele aceitar, claro) já ganhou, até porque se não fosse para ganhar, Sócrates não o teria escolhido. Qualquer outro candidato do mesmo campo político apenas servirá para dividir a esquerda e está na altura do PSD ficar quietinho, afinal nem sequer tem razões de queixa. O PS perdeu as autárquicas, as presidenciais (que é como quem diz) e as regionais na Madeira.
De qualquer forma se se tratasse de escolher uma mulher para o cargo, e usando os mesmos critérios, não hesitaria em apontar Manuela Ferreira Leite.
Uma excelente ideia seria que a equipa do presidente fosse constituída por “elementos dos vários partidos”(palavras de Bagão Félix), escolhidos pela sua competência e ideias positivas para a cidade. Esta seria também uma maneira airosa (e que abriria um bom precedente) de sair deste imbróglio a que o país foi obrigado a assistir durante semanas.

P.S. seja quem for que ganhe as eleições, penso que Helena Roseta seria ideal para vereadora do urbanismo.

quinta-feira, maio 10, 2007

Reconstrução estética

Hoje já aconteceu um acidente aqui por casa originando uma vítima. Uma galinha caiu do frigorífico e estatelou-se no chão. Partiu a crista como se pode ver na imagem (não,… não é uma galinha sem cabeça como parece!)


Galinha na sala de recobro, segundos após a operação. A almofada é o íman que a segura (pouco, pelos vistos) ao frigorífico.
O resto do pessoal ainda de boa saúde :)
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segunda-feira, maio 07, 2007

Uma visão muito pessoal

Porque ser Presidente “é um prazer indizível” – disse Nicolas Sarkozy

Sempre defendi que os políticos devem exercer o cargo por prazer porque quem trabalha por prazer, trabalha muito mais. Defendo também que os políticos devem ser regiamente pagos para que não caiam na tentação de submergir perante os “lobbys”. Os parlamentos devem fiscalizar mais assiduamente e com maior acuidade e eficácia a acção dos governos.
Penso que mais importante que a aquisição de mais uns bens materiais pelos políticos é fazerem com que os seus mandatos sejam notáveis do ponto de vista do desenvolvimento do país e do nível de vida dos seus concidadãos (e assim serem, na História do País, pessoas merecedoras de ser lembradas como "Grandes Cidadãos"). Essa deve ser a essência da política de um líder e só há uma forma de o fazer actualmente (penso eu), através do que Tony Blair chamou de “intervencionismo liberal”. Ele conseguiu consolidar a herança “quase revolucionária” de Thatcher, humanizando-a e tornando o Reino Unido um país da linha da frente tanto a nível interno como externo. Comparo (no bom sentido) Sócrates a Blair e penso que Sarkozy seguirá o mesmo rumo.

Depois da eleição de ontem em França faço questão de dar relevo aos aspectos positivos da futura política de Sarkozy: prevê-se que o seu governo tenha 15 ministros entre os quais 7 serão mulheres. Entre estas estará Rachida Dati de origem árabe (para quem é acusado de racismo pela esquerda …este é um bom sinal que nem a própria esquerda pode negar e mais… os governos socialistas nunca tiveram um beur nos seus governos).
Haverá uma reorientação da política externa da França, sem dúvida e a nível interno propõe-se baixar os impostos, controlar a despesa pública, diminuir o peso do estado, exigir que os franceses trabalhem mais que as 35 horas semanais…

As pessoas querem líderes determinados, dinâmicos, progressitas e humanistas. Querem, em suma, mais segurança a todos os níveis. Fundamentalmente foi por isso que Sarkozy ganhou a eleição.
"Contudo, quando a direita ganha, é sobretudo porque há debilidades económicas e sociais, para as quais a esquerda não encontrou as respostas adequadas."
Ora, nem mais Portocroft

sexta-feira, maio 04, 2007

Os meus amores-perfeitos

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um jardim público cheiiinho de amores-perfeitos

Os meus amores-perfeitos morreram. Semeei-os no ano passado, nasceram mas os pequenos seres não vingaram. Acabaram no caixote do lixo. Chumbei na disciplina de “tratamentos de flores” (ser autodidacta não é nada fácil, como ficou comprovado).
Depois de muito reflectir sobre esta efeméride (sim...porque tenho a certeza que este acontecimento acontece vezes sem conta), cheguei a três conclusões:
- eu reguei os amores perfeitos (não diariamente, mas quase)
- replantei-os cuidadosamente de dois em dois centímetros como dizia na embalagem das sementes
- a terra onde os plantei não era da melhor qualidade (só pode). Da próxima vez (sim…porque irá haver uma próxima…que eu não desisto assim tão facilmente) quero terra própria para amores-perfeitos.
Assim…não tendo os meus amores-perfeitos, contento-me, por agora, em apreciar os dos outros (os públicos, digo).

terça-feira, maio 01, 2007

quarta-feira, abril 25, 2007

"Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida tão concreta e definida como outra coisa qualquer" - António Gedeão




Posted by PicasaLisboa - 25 de Abril de 2007 - comemoração da Revolução dos Cravos

Prefácio de Abril

Há palavras
que gemem
antes de
nos chegarem
às mãos.

Férteis
à espera
dos dedos
que as encham.

São como
Uma brisa de sons
Num apeadeiro,
A ganhar terreno.

Depois despertam
E abrem as asas,
Aninhadas na liberdade
De se fazerem ouvir.

Para sempre.

Poema publicado por cferreirapedro in http://papoilasdoces.blogs.sapo.pt/arquivo/2005_04.html

segunda-feira, abril 23, 2007

Livros, fontes de sabedoria

Braga - Abril 2007
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sexta-feira, abril 20, 2007

Para onde vais cavaleiro errante...

Posted by PicasaBraga - Abril 2007

quinta-feira, abril 19, 2007

quarta-feira, abril 18, 2007

Rasgando as trevas



Posted by PicasaPaço dos Duques de Bragança
Guimarães - Abril 2007

terça-feira, abril 17, 2007

O Português que se inventou a si próprio

D. Afonso Henriques

Posted by PicasaPaço dos Duques de Bragança
Guimarães - Abril 2007

quinta-feira, abril 12, 2007

Nesnesitelná lehkost bytí - 3

"Há vários anos que ando a pensar em Tomas…
Conhecera Tereza mais ou menos há três semanas numa cidadezinha da Boémia. Só tinham passado pouco mais de uma hora juntos…Dez dias mais tarde, veio vê-lo a Praga. Fizeram amor logo no próprio dia da sua chegada. Durante a noite, Tereza ficou cheia de febre e passou uma semana inteira com gripe em casa dele…depois de curada, voltou para a cidade onde morava… E é aqui que se situa...a chave da vida de Tomas: está de pé à janela a olhar fixamente para o prédio em frente do outro lado do pátio, e reflecte:
Deve-lhe propor que venha instalar-se em Praga? É uma responsabilidade que o apavora. Se a convida agora a vir passar uns dias a sua casa, ela virá imediatamente oferecer-lhe a vida inteira.
Ou deve renunciar?"

Milan Kundera

quarta-feira, abril 11, 2007

Nesnesitelná lehkost bytí - 2

"O fardo mais pesado esmaga-nos, verga-nos, comprime-nos contra o solo. Mas, na poesia amorosa de todos os séculos, a mulher sempre desejou receber o fardo do corpo masculino. Portanto, o fardo mais pesado é também, ao mesmo tempo, a imagem do momento mais intenso de realização de uma vida. Quanto mais pesado for o fardo, mais próxima da terra se encontra a nossa vida e mais real e verdadeira é.
Em contrapartida, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne mais leve do que o ar, fá-lo voar, afastar-se da terra…torna-o semi-real e os seus movimentos tão livres quanto insignificantes.
Que escolher, então? O peso ou a leveza?"

Milan Kundera

terça-feira, abril 10, 2007

Nesnesitelná lehkost bytí - 2

"No mundo do eterno retorno, todos os gestos têm o peso de uma insustentável responsabilidade. Era o que fazia Nietzche dizer que a ideia do eterno retorno é 'das schwerste Gewicht'.
Se o eterno retorno é o fardo mais pesado, então, sobre tal pano de fundo, as nossas vidas podem recortar-se em toda a sua esplendida leveza.
Mas, na verdade, será o peso atroz e a leveza bela?"

Milan Kundera

Nesnesitelná lehkost bytí -1

“…a ideia do eterno retorno designa uma perspectiva em que as coisas não nos aparecem como é costume porque nos aparecem sem a circunstância atenuante da sua fugacidade. Essa circunstância atenuante impede-nos, com efeito, de pronunciar um veredicto. Poderá condenar-se o que é efémero? As nuvens alaranjadas do poente iluminam tudo com o encanto da nostalgia; mesmo a guilhotina.”

“…deixa entrever a profunda perversão inerente a um mundo fundado essencialmente sobre a inexistência de retorno, porque nesse mundo tudo se encontra previamente perdoado e tudo é, portanto, cinicamente permitido.”

Milan Kundera

terça-feira, abril 03, 2007

O Labirinto do Fauno


Espanha, meados da década de quarenta do século passado, em pleno regime fascista de Franco onde impera a lei do terror e todos os bens essenciais são racionados para melhor controlar o povo. Nas montanhas de Navarra, um grupo de rebeldes resiste heroicamente a este regime, personificado no filme pela figura de Vidal, um capitão de uma inefável e indelével crueldade. As cenas mórbidas que ele protagoniza são dignas de um filme de terror (muitas vezes me lembrei de Hostel).
Paralelamente a esta história real e de uma violência atroz, desenrola-se uma outra, diametralmente oposta: um conto de fadas, protagonizado por Ofélia, enteada deste capitão de “faca e alguidar” que, aquando da sua viagem para Navarra na companhia da sua mãe grávida encontra uma espécie de “louva a deus” que ela acredita ser uma fada e que mais tarde lhe mostra o Labirinto do Fauno, a porta que se abre ao fantástico para esta menina que gosta de ler contos de fadas. O Fauno, uma criatura do mundo das fadas conta-lhe que ela é uma princesa que, devido à sua imensa curiosidade pelo mundo dos humanos, tinha saído do seu mundo original e agora só poderia regressar se cumprisse, com êxito e antes da lua cheia, três tarefas.
O fio condutor destas duas histórias, a forma, atrever-me-ia a dizer, genial como Guillermo del Toro consegue ligar as duas histórias é surpreendente e cativante. O espectador fica preso à tela por uma multiplicidade de sentimentos que é convidado a experimentar a todo o momento. Um filme que vale a pena ver.

sexta-feira, março 30, 2007

Little Sparrows

Se isto é um bando de pardais, quem é o intruso? ;)

Há sempre um que é do contra :(


Estão a ver bem, sim senhor...nós somos as notas desta pauta :)

domingo, março 25, 2007

Agora as palavras

Obedecem-me agora muito menos,
as palavras. A propósito
de nada resmungam, não fazem
caso do que lhes digo,
não respeitam a minha idade.
Provavelmente fartaram-se da rédea,
não me perdoam
a mão rigorosa, a indiferença
pelo fogo-de-artifício.
Eu gosto delas, nunca tive outra
paixão, e elas durante muitos anos
também gostaram de mim: dançavam
à minha roda quando as encontrava.
Com elas fazia o lume,
sustentava os meus dias, mas agora
estão ariscas, escapam-se por entre
as mãos, arreganham os dentes
se tento retê-las. Ou será que
já só procuro as mais encabritadas?

Eugénio de Andrade - In O Sal da Língua Precedido de Trinta Poemas

sábado, março 17, 2007

PEDRO, LEMBRANDO INÊS

Posted by PicasaA Fonte dos Amores - Quinta das Lágrimas - Fevereiro 2007

Em que pensar, agora, senão em ti? Tu, que
me esvaziaste de coisas incertas, e trouxeste a
manhã da minha noite. É verdade que te podia
Dizer “ Como é mais fácil deixar que as coisas
não mudem, sermos o que sempre fomos, mudarmos
apenas dentro de nós próprios?” Mas ensinaste-me
a sermos dois; e a ser contigo aquilo que sou,
até sermos um apenas no amor que nos une,
contra a solidão que nos divide. Mas é isto o amor,
ver-te mesmo quando te não vejo, ouvir a tua
voz que abre as fontes de todos os rios, mesmo
ele que mal corria quando por ele passámos,
subindo a margem em que descobri o sentido
de irmos contra o tempo, para ganhar o tempo
que o tempo nos rouba. Como gosto, meu amor,
de chegar antes de ti para te ver chegar: com
a surpresa dos teus cabelos, e o teu rosto de água
fresca que eu bebo, com esta sede que não passa. Tu:
a primavera luminosa da minha expectativa,
a mais certa certeza de que gosto de ti, como
gostas de mim, até ao fim do mundo que me deste.

Nuno Júdice
In-Pedro Lembrando Inês

sexta-feira, março 16, 2007

Posted by PicasaQuinta das Lágrimas, Fevereiro 2007
"A liberdade é uma planta que cresce depressa, quando ganha raízes." George Washington

sábado, março 10, 2007

Para além do muro

Olhas para além do muro; e
o que vês? O tempo para além do tempo,
a tarde que não chega, ou a noite que
vai chegar quando menos a esperas,
uma última ave no limite
do céu, pedindo-te que a não sigas.
Mas não cedas ao abraço da árvore,
ao apelo das raízes, à melancolia
de um desejo de horizonte. Encosta-te
a esse muro, sabendo que ele desenha
o espaço que te foi dado, e que as tuas
mãos descobrem no frio da pedra.
Não te resignes ao que existe. A ave
que desapareceu por trás da colina conhece
o caminho que os teus olhos procuram.

Nuno Júdice

terça-feira, março 06, 2007

História de uma Montanha que queria ser um vulcão

Posted by PicasaSerra da Arrábida, Março 2007

Em tempos idos, tão idos que a memória do Homem não alcança, uma Montanha elevou-se para além das suas congéneres e gritou a plenos pulmões: - Que um vulcão se desprenda das minhas entranhas e parta à conquista desse vasto mar que teima em desafiar-me diariamente.
Mas a Mãe Natureza não deu ouvidos a estes gemidos de adolescente que cresceu rápido de mais. Milénios e milénios, como é costume contar-se o tempo entre as montanhas, passaram e a pobre Montanha, desgostosa, por ali ficou cabisbaixa olhando o mar enquanto uma lágrima teimava em descer-lhe pelas encostas cada vez menos revestidas dos apêndices capilares – as árvores e outros seres vegetais.
Certo dia em que a Montanha já tinha desistido da sua inusitada pretensão, um senhor Relâmpago cansado de provocar desvarios por esse mundo, decidiu descansar por ali. Olhou à sua volta na tentativa de encontrar um lugar suficientemente abrigado de ventos e marés - com quem tinha travado sangrentas batalhas, onde pereceram milhares de seres de todas as espécies - e vislumbrou uma enorme montanha mesmo virada para o mar. Aproximou-se, entrou em negociações, mas a Montanha parecia relutante em abrigar tão indisciplinado e insurrecto sujeito travando-se das mais inefáveis razões. Ele defendia-se como podia tentando chegar a um acordo que fosse benéfico para ambos, pois estava convicto que era ali o lugar que procurava. Passadas umas décadas (pouco tempo, no tempo das montanhas), as negociações chegaram a bom porto e mediante uma cláusula em que o Relâmpago se comprometia a satisfazer-lhe o desejo, a Montanha deixava-o descansar nas suas encostas. Foi assim que a Montanha ganhou o seu vulcão ainda que em estado adormecido, mas é claro que os sonhos nunca se cumprem completamente. :)

domingo, março 04, 2007

Yupiiiii!!!! :)

Finalmente...consegui descobrir como se colocam os marcadores na barra lateral. Fácil, fácil, fácil...até mete nervos não ter descoberto antes. Esta mania de pensar que as coisas são mais complicadas do que aquilo que são...

Fados de Coimbra em À Capella

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Coimbra, Fevereiro 2007